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26/06/2013 | Fonte: Imprensa CST

Nossa mobilização

Os trabalhadores tem uma longa história de lutas e conquistas, obtidas com muito sacrifício e persistência...

"Os trabalhadores tem uma longa história de lutas e conquistas, obtidas com muito sacrifício e persistência, e sabem que sem unidade e mobilização não se vai muito longe.

Nesta trajetória, também amargaram derrotas! Mas mesmo nestes momentos conseguiram fomentar debates e levar a processos de mudanças que envolveram a sociedade.

O movimento passe livre é um exemplo deste tipo de luta. Começou com a iniciativa de jovens que estão questionando as desigualdades e as injustiças sociais, somada à revolta contra a inércia dos governantes com relação aos graves problemas sociais.

O aumento das tarifas foi um estopim. A mobilização envolveu outros setores sociais e levou à redução dos preços. Mas ainda temos o grave problema da falta de qualidade do transporte coletivo e de outros serviços básicos.

Os trabalhadores são sacrificados diariamente com as falhas do sistema de trens-metrôs-ônibus e com os engarrafamentos. Todos estão tendo de acordar cada vez mais cedo e chegar cada vez mais tarde na volta para a casa, sem contar o estresse diário e o desgaste físico.

Há tempos, nós, metalúrgicos de São Paulo, temos lutado por passe livre para os desempregados e pela jornada de trabalho de 40h semanais, reivindicações que estão diretamente ligadas à questão do acesso e da qualidade de vida. Além disto, estamos cobrando medidas contra a inflação, que corroi os ganhos salariais, encarece o crédito e limita o consumo necessário.

Temos, enfim, uma pauta trabalhista - já encaminhada para negociações com o Congresso Nacional e o governo federal - que pede o fim do fator previdenciário e mais recursos para a saúde e a educação, entre outras, além da luta recente pela reposição das perdas do Fundo de Garantia.

Precisamos levar o debate desta pauta onde for possível e preciso. Por isto, estamos nas portas de fábrica e nas ruas, mobilizando, cobrando e denunciando, porque não há outra forma de mudar e conquistar se não for pela pressão coletiva".

Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, da CNTM e vice-presidente da Força Sindical

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